Transa Gostosa no Carnaval

Bom, vou divulgar para você uma transa que resultou comigo no alvoroço.Não sou um cara admirável, porém minha alegoria confiabilidade, admiração, bom bate-papo, um pau difícil e uma dialeto sacana fazem sucesso com as mulheres.Minha família é de São Paulo, porém moro em outro estado. Posto isto, viajei para São Paulo no alvoroço. Não fiquei em casa de familiares, prefiro encontra-se em hospedaria. Dessa maneira tenho liberdade de ir e vir no momento em que quero.
No momento em que aparecia no café do hospedaria, notei criança, decrescente de japoneses. Ela era atraente, aqueles olhos arredondados, boca carnuda e coxas grossas, cabelo abominável e alisado. Ela similarmente tinha uma tatoo no bravura, um grande bagulho, acompanhado por rosas. Como tinha que ir há alguns compromissos não tentei abordar com ela. No fim da tarde, no momento em que retornei ao hospedaria, aparecia tendo uma afago alvoroço no restaurante. Fui da uma olhada e noite que ela aparecia lá, sentada em uma alimentação com uma amiga.Ela vestia bata branco com botões e um bermuda limitado de blue jeans e pra acabar um colocar com a rosto da Minnie, celebridade da Disney. Como o restaurante aparecia abarrotado e eu aparecia sem companhia, perguntei se não podia abancar com elas. Elas disseram efetivamente. Sentei e iniciamos uma conversa. Após algumas cervejas as convidei para um bloco de rua, no qual alguns dos meus familiares iam. Chegando lá, as meninas se soltaram, dançaram e beberam com liberdade. A Paula, esse era o nome dela, notou que eu não parava de olhar para ela. – Tá gostando de me olhar? Ela disparou. – Efetivamente. Bastante. Respondi com um alegria nos lábios. – Estilo de homem dessa maneira. No momento em que esta fim, fala e acabado. Não me fiz de acanhado, agarrei sua cerca e a puxei para juntamente de mim. Tasquei um adorável, naquela boca gostosa. Ela correspondeu com aquela dialeto deliciosa. Nossas línguas se encontraram e se amaram. Ela aparecia com apetite de adorável e eu morrendo de atração por aquela bebedeira. Ficamos dessa maneira ao longo algumas horas. Acompanhamos o bloco e quanto terminou, decidimos voltar ao hospedaria. Antes de pegamos o taxi, a Paula me falou. – Tô com atração, quero fazer sexo. Adorei suas palavras. Dessa maneira, corremos para o hospedaria. Dessa maneira que chegamos ao meu quarto nos beijamos com desejo. Minha dialeto percorria sua boca, mordia seus lábios, sugava sua boca com desejo. Minhas mãos percorriam suas cotas até alcançar naquele assento linda. Apertei com vigor… Tirei sua bata e me deparei com aqueles seios admirável, redondos, empinados, durinhos e pra acabar o chame, o colocar da Minnie. Chupei com desejo. Mordi… mamei… beijei… Ela gemia bom – Hummm…. faz dessa maneira… chupa… chupa… bom… mordi o biquinho…. morde… me faz gemer bom… Fiz como ela pediu… mordi com vigor o biquinho do seu antro. Prendi o mamilo com os dentes e puxei com vigor… – Aaaahhhh… dessa maneira bom… faz dessa maneira que eu estilo…. Afrouxei seu shortinho blue jeans e vi aquela atraente mulher somente de calcinha. Fiquei tarado na momento, vendo aquele volume por baixo da calcinha. Ela cheirava a atração. Meu pau difícil doía dentro calca. Coloque Paula nos braços e a joguei na cama. Tirei a calça e a cueca, ficando com o pau altivo na frente dela. Fiquei de joelhos e mandei ela chupar meu cacete. – Chupa puta. Chupa meu pau bem bom. Ela tirou uma carinha sacana e engoliu meu pau todinho. Que boca gostosa, parecia seda no pau. Ela sugava e punhetava meu pau. Ela tirava meu pau da boca e percorria toda área da minha pica com a dialeto. Após um tempo começou a sugar minha bolas… maravilha das maravilhas. Aquela putinha safada sabia chupar bem demais… Segurei seus cabelos com vigor e enfiei de novo sua boca até o cana no meu cacete. Fiquei fudendo aquela boquinha gostosa. Ela me olhava nos olhos incendiada de atração. Tirei o pau da sua boca e comecei a abalroar com o meu pau em sua cara. – Fala que é puta. Fala que é uma vadia que ama pau. – Sou uma puta que ama pau. Abalroa que o seu pau na minha cara que eu estilo. Abalroa que eu sou uma putinha. Segurei meu pau e bati de novo na cara daquela putinha deliciosa. Em seguida fiz ela andar com a dialeto a cabeça do pau. – Isto putinha, apenas com a dialeto. Pra cima e pra baixo na pontinha do meu pau com essa dialeto. Maravilha… maravilha… dessa maneira gostosa… Após um tempo enfiei de novo o pau até a sua garganta e fiz ela sugar bom… era uma delicia adentrar aquela boquinha. Aquela puta aparecia me deixando inteiramente tarado. Aquela boca e aquele corpete alisado e rijo. Peitos maravilhosos… coxas grossas.. um rabinho admirável… e aquela tatoo que me dava bastante atração. Após um tempo me deitei de costas na cama, porém ela não largou o meu pau. Ela batia uma punheta gostosa e em seguida mamou e mamou até o cana. Subia e descia com aquela boca deliciosa. Não aguentei e troquei de acomodação. Deitando ela de costas na cama e fui chupar aquela bucetinha lisa e cheirosa. Comecei a mudar a dialeto por cima da calcinha melada com seu suco e deu pra sentir o grelinho inchado dela. Ela gemeu e eu pressionei com mais vigor a minha dialeto naquela buceta. Era agradável como ela gemia… ahhhh…. dessa maneira…. vai… mete a dialeto na minha bucetinha… mete… Puxei a sua calcinha pra baixo e enfiei a dialeto invadindo sua xaninha com vigor, mordi seus grandes lábios e ela gemeu de agradar e de dor. – Dessa maneira… faz dessa maneira… chupa meu grelinho… chupa meu grelinho… Chupaaaaa…. Mete a dialeto sem dó. Percorria toda a xaninha, minha dialeto e boca não paravam. Mordi a parte interna da coxa e ela gemeu, apertando minha cabeça entre aquelas coxas grossas. Suguei sei grelinho inchado até ficar vermelho-do-cafeeiro. – Dessa maneira… dessa maneira… não para… coloca tua putinha melada… ai… ai… amor… dessa maneira… amor… tá bom demais… chupa… chupa… ai… ai… ai… ai… eu não aguento… Ela segurou minha cabeça com vigor e eu enfiei agudamente a dialeto dentro dela… minha boca aparecia abundância com seu suco e eu querendo mais. Minha dialeto aparecia dura e doía, porém não importava. Eu queria analisar aquela gostosa achincalhar bom. – Aaaaaahhhh… aaaaa…. dessa maneira…. vai… mete a dialeto na minha bucetinha… mete… vai… vai… vai… assimmmm eu vou gozarrr…. ai… ai… ai… aaaassiimmm… assiim… assimmm… aaaaaahhhh…. aaaa…aaaa… aaassimmmm… assiim…… asssimmm…. Seu corpo começou a abalar… ela prendeu minha cabeça com as pernas entrelaçadas e aproximadamente sufoquei, porém minha dialeto continuava enfiada em sua xaninha… até que ela gozou. Não deixei ela descansar. Deitei sobre o seu corpo e busquei sua boca. Invadi aquela boquinha atraente com apetite. Minha dialeto não parava. Ela precisa ter adorado o gostinho da sua própria buceta na minha boca. Nossas línguas se entrelaçavam…. se debatiam… incansavelmente. – Pretende me da a bucetinha? Pretende? – Quero… quero bastante… mete essa pica dentro de mim. – Por isso pede. Pede putinha. – Enfia esse pauzão na minha buceta. Ela toda melada por tua pleito. Mete bom na minha xaninha. Enfiei meu pau naquela buceta encharcada. Penetrou possível, uma vez que ela aparecia bastante melada. Eu enfiava com vigor e ela urrava de agradar – Mete bom… enfia esse cacete bom… enfia… me faz achincalhar bom… me arromba… Ela rebolava com vigor e empurrava a buceta em oposição a o meu pau. Ela queria mais e mais. Eu metia o pau dentro dela e beijava sua boca. – Vai fode… fode minha xaninha… fode… fode… com vigor… Quanto mais ela pedia, mais eu metia… delicia de buceta… apertadinha… cheirosa… atração… eu metia e tirava… tirava e metia… metia e tirava… tirava e metia… era uma alienação… Tirei meu pau daquela buceta gostosa e mandei ela se virar. Ela obedeceu e eu vi aquela bundinha delicia pra cima. Segurei seus ombros e a penetrei com vigor.. – Aaaaaaahhhh…. me arromba…. aaaaaaaaa……. Fui metendo o cacete cada vez mais agudamente, ela gemia e urrava. Eu sentia aquela buceta gostosa se abrir completamente pra mim. Fui metendo e metendo, explorando cada bela daquela bucetinha deliciosa. Ela era quente e vibrava de agradar. Enquanto a penetrava, beijava suas costas e procurava sua dialeto. Foi complicado, porém nós conseguiu se beijar inclusive dessa maneira. Ter o pau dentro daquela buceta, acepção aquele rabinho agradável colado ao meu corpo e beijar aquela boca divina foi bom demais. Soltei sua boca e puxei seus cabelos com vigor pra após. – Aaaahhhhh…. dessa maneira… com vigor… me come como uma mulher… mete… mete com vigor. Não parava de fuder, meu pau entrava e fora freneticamente. Nossos corpos suados não desgrudavam. O cheiro de coito invadia o quarto. Aquela buceta linda me deixava louco de atração. Meu pau pulsava dentro daquela xaninha. Tirei o pau da sua buceta e botei a cabeça colada no reguinho. Ela somente disse: – Bota apenas a cabecinha. – A cabecinha é o caralho. Vou mete é tudo nesse bunda. Respondi. Coloquei minhas mãos na sua cerca, para me abraçar e similarmente para me assumir opinião melhor. Ela tentou me auxiliar como pode e comecei a adaptar meu cacete naquele bunda. Tentei, porém não consegui adaptar meu pau naquele bunda abafado. coloquei 2 travesseiros por baixo dela para deixar seu bunda bem empinado. Me posicionei por após e comecei a adentrar aquela rabinho admirável. Primeiro coloquei a cabeça, aos poucos, descobrindo o quanto era quente e bom. Fui metendo cada vez mais agudamente ela começou a gemer… Fui descobrindo como aquele reguinho se adaptava ao meu pau difícil. – Dessa maneira… mete no meu rabinho… mete gostos….aaahhhhhh…. Meti com vigor naquele bunda. Meti e meti… queria adentrar até o cana naquele bunda. Meu pau pulsava e crescia com o atração que eu sentia. Aquele aberta abafado, doce e quente ao inclusive tempo. – Ahhhhh… ai… ai… ai… tá doendo. – Angra a boca. Relaxa e goza…. Ela gemer me deu mais atração. Eu metia e ela escancarava mais as pernas e rebolava cada vez mais. Seu cuzinho piscava de atração. Ela urrava cada vez maior e bom. – Dessa maneira…. mete no meu rabinho… faz tempo que não dava o cuzinho… mete… mete no meu cuzinho… dessa maneira… dessa maneira… come… come… o meu rabinho… Tirei meu pau do seu cuzinho e dei uma palmadas naquele bundinha atraente. Redonda,durinha, linda… Cuspi em 2 dedos e meti agudamente naquele bunda. – Tá gostando Paula? Tá gostando de dá o rabinho? – Mete… mete no meu bunda… não para. Mete logo. – Angra boca puta. Você vai realizar o que eu aconselhar. Agora você vai abancar essa bunda no meu cacete. Sentei na cama e apoiei as costas na almofada. Ela ficou de frente para mim e encaixou a cabeça e começou a enfiar o meu pau no bunda. Ah maravilha. Após adaptar até o cana ela começou a cavalgar meu cacete. No momento em que ela fazia isto, seu colocar da Minnie balançava em coincidência entre seus seios. – Dessa maneira… assimm que eu estilo. Um pau difícil e bom no meu bunda… aaaaahhhh…. aaaa… aaa… não para…. mete… mete… hummmm… fode… fode meu rabinho…. dessa maneira… assimm… asssimm eu alegria amor… Segurei sua cerca e forcei seu bunda pra baixo. A ficção daqueles peitinho enquanto comia aquele cuzinho fazia meu pau agitar e seu cuzinho piscava… os 2 suados… encharcados de atração… uma mulher e um homem trepando… simples dessa maneira… acelerei a agudeza…. – Ai… ai… meu rabinho… meu… aiiii… aiii… asssim…. não para…. nãoooo… asssiimmm… dessa maneira…. mete… hummm… humm… hummm… vou gozarrrr…. asssimmm… dessa maneira… Segurei com as duas mãos aquela assento linda e a apertei com vigor. Ocasionalmente minha dava uns tapas… e ela gemia. – Arroommmba…. arroommbaa…. arooombaaa… mete… come… come meu… come meu cuzinhooo…. aahhhh… ahaaaaah… ahhhhaaaa.. aaaaaaa… – Ahhhhhh…. vou achincalhar…. vou gooozar…. vou goooozaaarr…. ahaaaaah…. Logo após gozei juntamente com ela… enchi aquele rabinho de porra… gozei… e gozei… delicia…. fiquei também um tempinho dentro daquele rabinho quente. Após nos recuperarmos nos beijamos e ficamos no quarto nos acariciando e nos beijando. Essa trepadas foi a primeira de várias no alvoroço. Pena que tive que voltar pra casa, porém pequei seus contatos. Quem sabe não vou realizar uma catamênio?

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