Matando a vontade no pau grande do negão

Meu nome é Jandira tenho 68 anos, tenho1, 65 de altura peso 90 kilos sou gorda tenho uma bundão que parece tanajura empinada para trás, sou casada com senhor Paulo, a 48 anos temos um filho que mora no Mato grosso, pois passou em um concurso público e teve que ir para lá, me casei aos 20 anos e meu esposo com 30, hoje ele está com seus 78 anos, vivemos uma vida tranquila em nosso pequeno sítio no interior do paraná, meu esposo e alguns amigos compraram juntos uma fazenda uns 20 anos atrás e Todo final de semana meu esposo vai para a fazenda e só volta na segunda, ficando eu só no sítio. Já fui algumas vezes na fazenda mas sempre fico em casa, pois meu esposo vai sempre com os sócios ( amigos). Tudo começou quando o nosso caseiro adoeceu e tivemos que contratar um empregado novo, nosso caseiro não morava no sítio, pois tinha sua casa própria, mas o sítio tinha uma casa que era para o caseiro. Contratamos o Valmir, um homem negro alto forte, tinha seus 48 anos, era separado e, foi morar no sítio, na casa que era para o caseiro que ficava nos fundos. Valmir era trabalhador, meu esposo o adorava. Meu esposo desde os seus 60

anos sofria de impotência sexual, praticamente desde os 50 anos que eu não sabia o que era sexo, sempre fui mulher séria, meu esposo até então tinha sido meu único homem, nunca tinha experimentado outro homem, as vezes sentia vontade de trepar mas respeitava meu marido. Tudo começou em um final de semana no sábado quando meu marido foi para a fazenda e eu fiquei sozinha no sítio. A tarde vejo o Valmir vindo com uma senhora de aproximadamente minha idade, um pouco gorda, entrando e indo em direção a casa dele, pensei que era a tua mãe ou algum parente. A noite olhei para a casa do Valmir era umas 20: 30 e vejo tudo apagado e só a luz de fora acesa, pensei que ele não estava em casa e aproveitei para ir pegar umas alfavacas para temperar um frango que era para mim fazer na segunda feira quando meu marido chegasse, pois sempre gostei de temperar e deixar de um dia para o outro o tempero curtindo a carne, e perto da casa de Valmir tinha esse tempero. Fui chegando e logo ouço alguns gemidos vindo da janela do quarto da casa do valmir, fui chegando devagar mas para perto e ouço alguém pedindo para o Valmir ir devagar porque ele tinha o pau muito grande, logo em seguida a pessoa diz que tava gostoso que a muito tempo não dava a buceta, parecia a voz de uma pessoa mais velha. Eu logo fiquei imaginando na senhora que tinha entrado no sítio com o Valmir que com certeza era ela, na hora fiquei imóvel com tudo aquilo, como uma senhora daquela idade poderia estar fazendo aquilo, ela era para dar o respeito, pensei na hora em falar com meu marido na segunda feira o que tinha acontecido para mandar o Valmir embora do sítio e com certeza ele iria mandar, pois meu esposo era um homem sério, peguei rapidamente as alfavacas e fui para casa. A noite comecei a pensar em tudo aquilo que eu tinha presenciado, e comecei a ficar com tesão, comecei imaginar o Valmir enfiando aquela pica negra e grande naquela senhora, fiquei imaginando aquilo tudo em mim. Na manhã seguinte acordei mais cedo no domingo, pois queria ter certeza se era mesmo aquela senhora que estava gemendo trepando com Valmir, por volta das 8;00 da manhã vejo o Valmir e aquela mesma senhora saindo do sítio e pude ter certeza que era ela que estava alí naquela noite. No domingo o dia todo fiquei pensando e com bastante tesão resolvi que não iria contar nada para o meu marido. A tardinha, quase ao escurecer escuto um barulho e vejo o Valmir abrindo a porteira do sítio e estava sozinho, sai rapidamente para fora e ao se aproximar logo o cumprimentei dando um boa noite, e ele logo me retribuiu, ofereci um café e ele disse que adoraria, fui para dentro buscar cheia de tesão, não sabia o que estava acontecendo comigo, voltei, dei o café em suas mãos, ficamos conversando, até que eu perguntei sobre aquela senhora que estava com ele, se ela tinha ido embora, ele logo me disse que era uma amiga e que ela era do amapá e tinha vindo visitar a filha, mas que ela tinha acabado de pegar um vôô naquela tarde para sua cidade. Comecei a ficar dando umas olhadas disfarçadamente para o volume da bermuda do Valmir e parecia que seu pau era mesmo grande, comecei a ficar com muito tesão, inventei uma desculpa e nos despedimos e fui logo para o banheiro, enfiei a mão por baixo da minha calcinha e eu estava toda molhada , os cabelos da minha buceta estava todo babado, tomei um banho me deitei na cama, mas o tesão não passava, fiquei imaginando aquela pica do Valmir dentro de mim, tentei tirar aquilo da minha cabeça, pois eu era uma mulher de respeito não podia trair meu marido mais ao mesmo tempo meu desejo aumentava, comecei então a enfiar o dedo na minha buceta, coisa que eu nunca tinha visto, comecei a pensar que se eu tivesse alguma coisa com aquele homem, com certeza teria que fazer tudo que eu nunca fiz com meu marido, como por exemplo chupar o pau dele, eu nunca avia chupado um piru antes, mas naquele tesão que eu estava já imaginava eu com aquela rola preta na minha boca. Na segunda feira meu marido chegou, perguntou se estava tudo bem, eu disse que estava e que o nosso caseiro é um homem muito trabalhador e caprichoso, meu marido sorriu e disse que o Valmir é muito dedicado, mas ele não sabia que o que eu queria mesmo era aquela pica preta. Durante a semana meu tesão cada vez mais aumentava, eu não podia ver o Valmir, tomei uma decisão de uma vez que eu iria dar minha buceta que amais de décadas não sabia o que era um pau, ainda mais de outro homem, na sexta feira fui até a cidade, tomei coragem comprei uma calcinha minúscula e um vestido curto, do que se eu abaixasse minha bundona ficasse toda a mostra, decidi não raspar minha buceta para ver se dava mais tesão no Valmir. No sábado meu marido foi logo cedo para a fazenda, e eu já tinha um plano em ação, fui até a casa do Valmir, pedi a ele se depois do meio dia ele poderia vir me ajudar a fazer algumas modificações na minha casa, pois queria mudar alguns móveis de lugar para dar uma nova visão na casa e que pagaria pelo meio dia de serviço, pois o Valmir acostumava trabalhar no sábado até o meio dia, fui com o vestido e notei que o Valmir dava uma olhada de vez enquanto. Valmir disse que tudo bem que não precisaria me pagar pelo serviço que seria um prazer, notei que seu pau tinha dado uma levantada, disfarcei e fui para casa. Já perto do meio dia eu já estava com o vestido, coloquei a calcinha, puxei bem para cima abaixei e dei uma olhada no espelho vi a calcinha toda enterrada na minha buceta cabeluda, e minha bundona engolindo ela toda. Valmir chegou chamei para entrar e já fui logo pegando uma cadeira, e indo em direção ao guarda roupa para limpar algumas caixas em cima, Valmir disse que se eu quisesse ele subia, eu disse que tudo bem que eu já estava acostumada a fazer aquele tipo de coisa, subi na cadeira e pegava as caixas e dava para o Valmir, mas notei que daquele jeito não daria para mostrar nada , pois a cadeira era muito baixa olhei para o lado e vi uma mesinha logo do meu lado e pensei em um plano, pedi ao Valmir para pegar o espanador que estava na cozinha em cima do armário, peguei uma das caixas e assim que o Valmir vinha voltando fingi estar colocando a caixa na mesinha dando aquela abaixada deixando a traseira toda a mostra, Valmir veio chegando notei que ele deu uma pausa e com certeza ele tinha visto meu rabo engolindo a calcinha toda e a buceta cabeluda. Logo em seguida peguei o espanador desci da cadeira, e pedi para o Valmir esperar um pouco que eu ia dar umas espanadas, virei de costa e fiquei abaixada espanando quando eu virava rapidamente via o Valmir vidrado no meu rabo, dei outra abaixada eu já não estava aguentando mais dei duas espanadas olhei para trás só que dessa vez Valmir não tirou o olho da minha traseira, coloquei a mão para trás e joguei o vestido para cima da minha costas e disse come minha buceta Valmir que a 18 anos não sabe o que é um pau, Valmir veio começou a me beijar, disse que desde que chegou no sítio sentiu atração por mim, e que era tarado por senhoras gordas eu disse a ele pra ir devagar porque eu nunca tinha vivido uma experiência dessas, e que só tinha trepado com meu marido em toda minha vida, e que eu tinha escutado ele metendo com a senhora que tinha ido para o sítio e desde aquele dia fiquei morrendo de tesão por ele. Valmir disse que iria tirar meu atraso, foi logo me deitando, começou a chupar minha buceta, eu estava indo ao delírio pois nunca tinha sido chupada antes, logo em segui retirou a bermuda e a camisa ficando só de cuecas, e tomei um susto em ver o volume da pica do Valmir, logo ele retira para fora e pude ver, parecia um cavalo, uma pica grande e grossa e ainda por cima torta para o lado fiquei com tesão em ver aquilo tudo o medo já não estava mais me incomodando era só tesão, Valmir disse: gostou dona da pica preta e eu respondi: vai devagar Valmir a muito tempo que não trepo e ele disse: pode deixar dona eu sei comer uma coroa carente e adoro uma buceta cabeluda. Valmir veio com o pau em minha direção pediu para eu mamar no piru dele, eu disse que nunca tinha feito aquilo mas eu iria tentar, ele disse que não tinha mistério era só eu colocar na boca e chupar, segurei naquela tora, fechei o olho e abocanhei devagar, Valmir ia empurrando aquilo em minha boca , aquela pica cheias de veias , dizia que eu tinha uma boca gostosa e estava chupando muito bem, Valmir teve uma hora que empurrou aquela pica toda em minha boca quase vomitei ele pediu desculpa, disse que estava com tesão em imaginar comer uma mulher que a anos não via uma pica dura na buceta. Eu pedi para o Valmir meter logo que eu já não estava mais aguentando, Valmir me pediu para ficar de quatro, atendi seu pedido retirei o vestido e ele disse para deixar a calcinha porque queria meter em mim colocando a calcinha para o lado, Valmir afastou a calcinha deu mais umas linguadas na minha buceta, posicionou o pau na entrada e foi penetrando devagar, ao modo que estava entrando sentia uma ardência, pois o tamanho da pica do Valmir era grande e grossa, aos poucos entrou a metade eu já estava indo ao delírio ele começou um vai e vem devagar e foi aumentando derrepente ele deu uma estocada e dei um forte grito, o pau do Valmir tinha entrado todo, Valmir perguntou se estava tudo bem que se eu quisesse ele dava uma parada, eu disse que não que era para ele meter porque a dor tinha passado e eu queria que ele fizesse eu gozar. Valmir começou a socar com força, parecia um leão em fúria, eu estava aguentando tudo, Valmir dava tapa na minha bunda, dizia que eu tinha uma bunda grande e gostosa e uma buceta deliciosa, continuou socando até que eu comecei a querer gozar pedi para não para que eu estava gozando, Valmir acelerou mais ainda até que não suportei e gozei no pau do Valmir, que delícia, a muito tempo que eu não sabia o que era aquilo. Valmir continuou disse que estava gozando deu nas umas estocadas e senti aquele líquido invadindo o meu útero, parecia rios de porra, quando o Valmir retirou seu pau a porra estava escorrendo pelos cabelos da minha buceta, ficamos deitados um tempo, pedi segredo a Valmir, disse que queria que ele continuasse a me comer quando meu marido fosse para a fazenda, Valmir disse que seria um prazer, em seguida ele pediu se podia comer minha bunda, porque eu tinha uma bunda muito gostosa, eu disse que nunca tinha dado. Valmir perguntou se eu não queria tentar, que se estivesse machucando ele parava, e que ele iria ser carinhoso, Valmir veio para perto começou a me beijar, insistiu bastante, eu ainda estava com tesão, eu cedi não resisti a sua insistência, mas falei para ele ir devagar, Valmir pegou a carteira retirou um pacotinho tipo uma camisinha, disse que era um lubrificante, eu disse se aquilo não fazia mal, ele disse que não que era próprio para sexo anal, Valmir me colocou de quatro, passou o lubrificante no seu pau e logo com o dedo passou em meu cu, posicionou o pau e devagarinho foi empurrando, senti uma dor, disse a ele que estava doendo, ele disse que no começo era assim mesmo, mas se eu aguentasse logo pararia. Resolvi aguentar até o final, foi difícil, as lágrimas saiam dos meus olhos, pois seu pau era muito grande e grosso e ainda torto, mas aos pouco foi entrando, Valmir começou um vai e vem devagar, e logo sentir entrar todo aquele mastro em meu rabo. Não acreditei por um instante em tudo aquilo que estava acontecendo, eu uma velha, senhora de idade fazendo tudo aquilo, ainda dando o cu. A dor logo foi passando e Valmir já estava socando com pressão quando derrepente sinto novamente sua porra quente dentro de mim, mas dessa vez em meu cu. Ficamos alí parado um tempo, Valmir retirou seu pau do meu cu, senti um cheiro de coco, falei com Valmir que ia me lavar Valmir me deu um beijo e disse que eu não precisava ficar daquele jeito com vergonha porque no cu as vezes acontecia de cheirar coco mesmo, era normal. No banheiro coloquei o dedo em meu cu e percebi o estrago que aquele pau tinha feito em meu rabo, sai do banheiro e Valmir perguntou como foi minha experiência em dar o cu, eu disse que no começo doeu mas depois ficou bom pois a dor foi passando, ele disse que não tinha como resistir pois minha bunda era grande e ele estava doido pra comer ela. Daquele dia em diante Valmir e eu somos amantes, quando meu marido vai para a fazenda, trepo com o Valmir. Aprendi a fazer lavagem anal e agora ficou melhor para dar meu cu, pois adorei dar o rabo e fiquei viciada.

Você que é uma senhora e precisa de uma pica, entre em contato [email protected] Com. Pode ser até uma senhora com 80 anos. Adoro uma senhora. Sou do estado do RJ.

8 thoughts on “Matando a vontade no pau grande do negão

  1. Adorei também adoro gosar em mulher casada com mais de secenta anos tenha cinquenta e três anos casado a mais de trinta anos más adoro umas vovós se tiver alguma mulher precisando de um homem safado estou aqui moro em São Paulo capital e só entrar em contato só pesso sigilo pois minha esposa não aceita certas loucuras [email protected]

  2. Parabéns pra ti linda senhora nunca é tarde pra começar e sentir esse gostoso prazer , ainda por cima dando o cuzinho pela primeira vez mesmo depois de já senhora é um prazer que não tem explicação , e sorte foi a tua de encontrar um gostoso criolo bem dotado , depois que a mulher prova um cacete grosso e bem grande e se tiver a cabeça bem larga tipo chapeleta … A mulher jámais esquece desse pedaço de carne , uma pica fina fica sendo descartada pra sempre , Eu também sou casadinha depois que provei um cacete em torno de 24 cm no porte e grosso de cabeça tipo chapeleta eu junto com o meu maridinho que tem o corpinho de fêmea nunca mais queremos saber de pedacinho de carne minuscula … beijos com sabor de quero mais . deixo meu contato pra troca de experiências [email protected]

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