Fui mostrar o pau e ganhei uma chupeta.

Olá, meu nome é Ricardo, tenho 35 anos e tenho costume de assistir vídeos nos sites de vídeo pornô sobre dick flash, ou seja, o cara filma em um lugar público a reação de alguém qd ele mostra o pau. Sou motorista de app aqui na capital, não vou dizer pra qual app trabalho pra não me comprometer, mas no fim quase todo mundo chama de Uber. Acostumei- me então entre uma viagem em outra, estacionar próximo à calçada e por o pau pra fora, só pra ver a reação, e é bem excitante, pelo menos pra mim, a maioria nem vê, passa ao lado sem nem olhar, mas algumas olham de um jeito muito da hora, surpresa, susto, tesão mesmo.


Nesse dia da minha história eu nem estava interessado nisso, era pela manhã e eu estacionei em um lugar pouco movimentado da zona leste, em uma rua entre dois condomínios, e tudo o que tinha de ambos os lados era o muro dos condomínios. E pra minha surpresa lá vinha uma gatinha, sim, novinha com uniforme de escola e com uma mochila, cabelos cacheados, morena, baixa e muito gostosa, como era novinha pensei em não fazer nada, mas na minha mente só ficava imaginando qual seria a reação dela, já que ela vinha bem devagar, com jeitinho de curiosa e não resisti. Abri o zíper, pus o pau pra fora e imediatamente ele endureceu, ela vinha de frente e conforme se aproximava devagar eu sentia até um frio no estômago, tão grande era minha ansiedade. Eu fiquei olhando para os olhos dela, conforme se aproximava, ela correu os olhos nos meus e abaixou os olhos, direto pra o meu pau, naquilo ele latejava até de tão duro, ela que já vinha devagar, não chegou a parar, mas reduziu ainda mais os passos, como que encantada com aquela situação, foi passando e não tirava os olhos do meu pau, fez cara de susto, depois de surpresa e até ensaiou um sorrisinho e passou devagar. Meu pau já estava um pouco melado depois daquilo e eis que olho no retrovisor e ela para a mais ou menos cinco metros na calçada, põe a mão no peito, como se tivesse se recuperando de algo, deu meia volta e veio devagar. Nessa hora cobri o pau com a camisa, e bateu um puta cagaço, imaginando qual seria a reação dela, tipo, fudeu.
Ela chegou até na janela do carro e eu tentei agir da forma mais natural o possível, ainda estava de pau duro e pra fora da calça mas com a camisa o encobrindo. Qualquer coisa se ela reagisse mal eu fingia não ter tido a intenção.
Ela se chegou, apoiou os braços na porta do carro e perguntou, também de forma bem natural:
– Vc é Uber?
Provavelmente por ver o celular afixado no painel do carro.
– Não, sou motorista do app ( não vou divulgar), mas é a mesma coisa.
Ela ainda naturalmente:
– Quanto vc cobra pra me levar até a escola?
Eu não acreditava na naturalidade dela, a cara não escondia a euforia por estar fazendo aquilo, mas a sua conversa foi bem original para a sua pouca idade. Disse à ela o preço e ela abriu porta e sentou ao meu lado. Quando ia perguntar o endereço da escola ela olha pra trás, e para os lados e pergunta:
– Me deixa ver?
Eu, fingindo não saber de nada questiono:
– Ver o que?
Ela de forma bem direta e aí já toda empolgada:
– O seu pau, eu vi de lá de fora, mas não vi direito.
Fiz cara de surpreso e questionei se ela já tinha visto um pau antes, ela respondeu que só o do seu priminho mas que era bem pequeno, grande era a primeira vez que via pessoalmente. Aquilo fez meu pau voltar a latejar de duro.
E eu falei:
– Tudo bem, vamos combinar, eu deixo vc ver desde que vc ponha a mão nele.
Ela chacoalhando a cabeça que sim já não escondia a ansiedade, aquela carinha me dava muito tesão.
Levantei a camisa e ela arregalou os olhos, como se realmente estivesse contemplando uma novidade. Ela ensaiou uma pegada e parou, toda sem jeito. E eu com uma voz amigável a estimulei a pegar. Ela com um jeitinho todo delicadinho pegou, sentiu bem devagar, deu duas ou três punhetadinhas e falou:
– É duro.
– Não é duro, está duro- expliquei.
Contei à ela sobre o tesão que eu estava sentindo e que esse era o motivo dele estar duro e ela também me revelou estar sentindo tesão.
Foi quando eu sugeri que ela pusesse a boca e ela sem falar nada caiu de boca. O lugar era realmente sem movimento mas eu revesava o tesão com o medo de passar alguém ali e flagar aquela cena.
A princípio ela estava bem sem saber como fazer, batia os dentes no meu pau, chegou até a babar um pouco, mas eu comecei a acariciar seus cabelos e de forma natural foi ficando maravilhoso. Ela chupava com muita vontade, passei a acariciar seu corpo, com a mão por baixo da blusa dela. Seus peitinhos em formação estavam durinhos e ela meio que gemia bem baixinho conforme eu os esfregava com as pontas dos dedos. Era tudo muito alucinante, enfiei minhas mãos por dentro da calça dela e alcancei a bucetinha, ainda lisinha, mas bem molhadinha, comecei a massagear a bucetinha dela e ela automaticamente começou a chupar com mais velocidade e mais força. Aí não resisti, gozei muito, enchi a boca dela de porra. Ela não entendeu nada, fez cara de raiva, ficou puta, eu peguei um lenço de papel e comecei a limpar e expliquei pra ela que aquilo era porra, nada tinha a ver com urina. Ela meio que aceitou, abriu a porta do carro e começou a cuspir, dei à ela água e balas, dei mais algumas passadas de mão nela e ela me lembrou que precisava ir à escola. Deixei ela na porta da escola e ela me pediu o WhatsApp. Achei por bem não passar e inventei um número qualquer. Esse dia foi muito foda.

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